CULTURA


Teatro Capitólio
TEATRO MUNICIPAL CAPITÓLIO
Sede da Fundação Cultural de Varginha
 
HISTÓRICO DA FUNDAÇÃO CULTURAL 

Rua Presidente Antônio Carlos, 522 - Centro
Tels.:(35)3222-2861

ACADEMIA VARGINHENSE DE LETRAS,

ARTES E CIÊNCIAS DE VARGINHA

AtAtualidade Acadêmica

   Academus, herói ateniense, tem, hoje, o seu nome e trabalho espalhados pelo mundo. Platão, em 387 a C. criou a primeira escola para preservar as regras e o gosto de Academus. Essa primeira escola, situada nos jardins consagrados ao herói, embora oficialmente destinada ao culto das musas, teve intensa atividade filosófica. Com os movimentos renascentistas da Idade Moderna, artistas e pensadores italianos tomaram por base a iniciativa de Platão e criaram escolas acadêmicas, buscando uma representação ideal da natureza e do homem.

   A prática acadêmica, tanto no campo filosófico como artístico e científico, ganhou pelos séculos vindouros e outras partes do mundo, inclusive o Brasil, caráter agremiativo. Não perdeu o seu tradicional modelo de fórmula e zelo. O que fizeram de novo foi a liberdade com que as novas agremiações acadêmicas criaram o seu estilo próprio, porém com o cunho vernáculo do vocábulo fiel às origens.

   Evolução e aprimoramento, maior clareza interpretativa e alcance social, projetos mais arrojados e trabalhos mais precisos passaram a ser a mola mestra dos acadêmicos e das academias. Nada se faz a esmo. Tudo tem princípio, meio e fim.

   A história da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências é uma mostra evidente dessa evolução no tempo e no espaço.

   Fundada em 21 de fevereiro de 1960 e tendo transcorrido todos esses anos enfrentando os desafios naturais de um trabalho intelectual no Brasil, a AVLAC, usando o alicerce construído pelos antecessores, hoje se mostra mais autêntica e preparada para realizar trabalhos em prol do engrandecimento cultural, artístico e científico de Varginha e região.

   Em seus 41 anos de vida, a AVLAC possui um histórico e um acervo digno de preservação. Os seus fundadores : Wilson José Barroso, Edgard de Brito, Altolpho Tibúrcio Sobrinho, Cecílio Guilherme Fernandes, Alcebíades S. Vianna de Paula, Nestor Duarte Pacheco, Sebastião Cardoso Braga, Mariângela Callil Antunes Conde, José de Assis Ribeiro, Manoel Rodrigues de Souza, João Eugênio do Prado, Paulo Ramos de Rezende, Irmão Aureliano Chaves, Zaira Tribts, Jorge Beltrão, Stella Muio Silveira de Paiva, Wladimir Pinto, Ibrahim Barbosa Chaves, Mário Frota, Oscar Pinto, José Nogueira Acayaba, Aurélia Rubião, Leopoldo Veiga Marinho, Antônio Corrêa de Carvalho, Homero Vianna de Paula, Paulo Frota, Lectício Luiz Licarião, Irmão Abílio José de Aguiar, José Marcos de O Rezende, Morvan A. Acayaba de Rezende, Cícero Braz Acaiaba Vieira, Naylor Salles Gontijo, José Galvão Conde, Adriene Diniz Valim, Monsenhor Domingos Fonseca, Francisco Vani Benfica, Mário Vani Benfica e José de Souza Pinto deram o ponto de partida para a realização dos trabalhos que, hoje, são imprescindíveis para a comunidade artística, acadêmica e científica. Alguns fundadores já partiram dessa vida, mas seus trabalhos e seus nomes são imortais. Essa afirmação procede na realidade com o empenho acadêmico dos atuais ocupantes das cadeiras: Morvan Acayaba de Rezende, Cícero Braz Acayaba Vieira, Francisco Limborço Filho, Naylor Salles Gontijo, José Galvão Conde, Francisco Vani Benfica, Mário Vani Benfica, José de Souza Pinto, Ubirajara Franco Rodrigues, José Roberto Sales, Sueli Aparecida Teixeira, Aníbal Albuquerque, Mauro José Teixeira, Moacyr Vallim Filho, Francisco Antônio Romanelli, Terezinha Teixeira Sério Reis, José Maria da Silva, Helder Giovanini Carvalho, e os sócios correspondentes: Sílvia Benedeti e Adriene Diniz Valim, Maria de Lourdes Filgueira Balanciano e José Anastácio Saraiva. Não podemos nos esquecer da poetisa Maria Wanda Rezende e do escritor e jornalista Targino Fernandes Valias, que ocupavam as cadeiras deixadas por José Nogueira Acayaba e Lectício Luiz Licarião, respectivamente, que, também, já partiram dessa jornada.

   A AVLAC está desenvolvendo o trabalho de secretaria e biblioteca, procurando arquivar todo o seu acervo em um único local. O Acadêmico José Roberto Sales, 1º Secretário e Bibliotecário, está liderando e desenvolvendo esses trabalhos de secretaria e biblioteca com uma aplicação ímpar. A partir daí virão os trabalhos científicos de catalogação, divulgação e abertura para visitas e pesquisas. O seu Estatuto, redigido na data da fundação, está sofrendo reformas e novas propostas que passarão pelo crivo dos Acadêmicos.

   A AVLAC está funcionando em sua sede provisória à Av. Major Venâncio, nº 17, sala 05. A sede é provisória, pois, em breve, apenas uma sala de escritório não será suficiente para atender o volume de arquivos, a biblioteca e uma sala de reuniões com auditório. Em reuniões ordinárias e extraordinárias, além de trabalhos de comissão, os acadêmicos têm se empenhado com essa finalidade.

   Além dos seus trabalhos pessoais, os acadêmicos, em conjunto na Academia, estão pesquisando e montando um trabalho sobre a história de Varginha. A etapa mais desenvolvida é a da linha férrea e da Estação Ferroviária com todos os momentos importantes que antecederam este brilhante empreendimento. A indicação de novos acadêmicos, para ocuparem as cadeiras vagas, é a outra atividade executada pela Academia. As pessoas indicadas estão sendo visitadas e convidadas. Formalizado e aceito o convite, começam os preparativos para a solenidade de posse.

   A ACADEMIA VARGINHENSE DE LETRAS, ARTES E CIÊNCIAS está ciente da sua responsabilidade, tanto como Academia quanto uma agremiação de produção e criação de trabalhos intelectuais, artísticos e científicos que estarão se aprimorando e colaborando com esse desenvolvimento. A AVLAC se compromete a participar de forma positiva nessa revolução do conhecimento e evolução educacional empreendida pelo povo brasileiro.

MOACYR VALLIM FILHO
Pres. ACADEMIA VARGINHENSE DE LETRAS
ARTES E CIÊNCIAS - 35-3222.4600
C.I. RG M-1132612 SSP MG

Cícero Acayaba
CÍCERO ACAYABA
Cx Postal 297 - Tel.:(35)3222-1113
Nascido em Cambuquira. Cidadão Varginhense Honorário. Presidente de Honra 
Vitalício da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências, nosso Poeta Maior, nacionalmente conhecido desde os tempos de novelista da Rádio Nacional, considerado como melhor sonetista do Brasil por vários críticos literários. É Romancista, Jornalista, Radialista, Contista, Poeta e Memorialista.
ANÍBAL ALBUQUERQUE 
Nasceu em Castro, Paraná, em 17 de setembro de 1938, vindo com menos de um ano de idade para Três Corações(MG), onde ocupa a cadeira nº13 da Academia Tricordiana de Letras e Artes. É graduado em Letras pela Universidade Federal do Ceará e pós-graduado em Literatura Brasileira pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Mestre em Literaturas de Língua Portuguesa, pela PUC-MG, exerce o magistério superior na FEPESMIG, campus da UEMG em Varginha (MG), onde reside atualmente. É o atual presidente da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências. Pertence à U.B.E. e à Ordem Brasileira dos Poetas e Poetisas Sonetistas. É membro Honorário “Por Merecimento” da Academia de Letras e Ciências de São Lourenço e Membro Emérito da Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafaiete. É verbete na Enciclopédia da Literatura Brasileira Contemporânea.
Zanoto
JOSÉ DE SOUZA PINTO (ZANOTO)
Varginhense. Desde menino gosta de escrever. Há mais de trinta anos faz a coluna Diversos Caminhos no jornal Correio do Sul (Varginha/MG). Publica Caminhos em Blocos, no jornal Cultura Blocos (Rio de Janeiro/RJ), e é transcrito no suplemento Garatuja (Bento Gonçalves/RS). É apaixonado pelo trabalho literário e tem imenso prazer em divulgar poetas de todos os naipes, especialmente os iniciantes. É muito grande sua atração pela palavra (a palavra tem cores estonteantes e é mulher). Fernando Pessoa é o seu poeta predileto. Costuma circular pelas ruas, calado e perdido em sonhos. Acha que a vida tem apelos e absurdos intensos e incontroláveis. Jamais quis transpor as montanhas de Minas, onde vive entre palavras, poesias e coisas. Não resistiu o apelo da Europa e visitou-a em 1997.
DR. MORVAN ALOYSIO ACAYABA DE REZENDE 
Nascido em 12 de agosto de 1932 na cidade de Varginha - MG. Filho de Emilio Rezende Filho (Agricultor) e Maria Alays Acayaba de Rezende (Normalista). Casado com Santusa Maria Rabelo de Rezende, 6 filhos. Reside na Av. São José, 160 - Tel.:(35)3221-2052. 

Membro da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências na cadeira que tem como Patrono Alfonsus de Guimarães e da qual é o Orador oficial. Membro da Academia Sul Mineira de Letras, com sede em Campanha. 

 DETALHES
José Galvão Conde DR. JOSÉ GALVÃO CONDE 
Contatos: Tel.:(35)3212-1031 pela manhã 

Advogado aposentado do Banco do Brasil. Começou na radiofonia em 1950, na Rádio Clube de Varginha, pela mãos do Diretor Silas Sampaio Moraes. Atuou nas Rádios Tupi e Bandeirantes de São Paulo. Em 1978 fundou a Rádio Vanguarda FM, a primeira emissora comercial em frequência modulada do Sul de Minas, em 103,1 MHZ. Vice-Presidente da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências. Viúvo da escritora e poeta Mariângela Calil, tem 2 filhos vivos: Júlio Cesar e Rosângela. Sua filha, Juliana, faleceu aos 24 anos vítima de acidente automobilístico. Responsável pela administração e jornalismo da Rádio Vanguarda FM, onde fala no "Jornal de Vanguarda" das 11:30 às 12:00 horas e redige Editoriais.
TERESINHA TEIXEIRA SÉRIO REIS 
Tel.:(35)3221-2672 

Natural de Varginha, empossada na cadeira vinte e quatro da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências. Fundadora da Escola de Artes Plásticas Santa Terezinha à Rua Dr. Preciliano Pinto nº 12, reconhecida de Utilidade Pública. Matrículas Abertas, há 38 anos atendendo em três horários. Sua arte flui como expressão de sua alma e sentimentos para com o próximo e a natureza. Elaborou técnicas mistas, sua arte contemporânea, participou de Bienais internacionais: Holanda, Argentina, Chile, Japão, Peru, Colômbia, Estados Unidos e Equador. Em cidades e capitais brasileiras fez exposições individuais e coletivas conquistando assim dezoito obras premiadas. Mantém uma galeria anexa à Escola mantendo uma variedade de obras por preços convidativos e parcelados.
DR. HOMERO VIANNA DE PAULA
Filho de Alcebíades de Paula e Virgínia Vianna de Paula, nasceu em Curvelo em 04/08/1901 e faleceu em Varginha, em 07/12/1970. Graduou-se em Medicina pela UMG em 1923, foi o primeiro Provedor do Hospital Regional do Sul de Minas de Varginha, sendo Diretor do mesmo até 1959. Em 1936, defendeu tese como Livre Docente da UMG, para a cadeira de Clínica Cirúrgica, tendo sido aprovado com louvor. Foi membro correspondente da Academia Nacional de Medicina, da Academia de Ciências de Minas Gerais, do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais e Academia Varginhense de Letras (Cad, Borges da Costa). Em 1956 recebeu a comenda da "Ordem do Mérito Médico" do Governo Federal. Publicou numerosos trabalhos. Obras principais: "O Problema das Ptoses Viscerais", "O Ensino Superior nas Pequenas Cidades" e "Indícios Lingüísticos da Horda Primitiva". Foi catedrático interino de Clínica Cirúrgica na UFMG, Belo Horizonte, em 1938/39 e 1951/52. Em 1970 tornou-se membro da Academia Mineira de Medicina, fundada nesse ano, tendo sido eleito por aclamação primeiro vice-presidente da mesma.
DR. ALCEBÍADES VIANA DE PAULA
Filho de Homero Vianna de Paula e Aida Resende V. de Paula, nasceu em Varginha, em 07/07/1927. Médico (UFMG, 1953), licenciado em Pedagogia (FUSM, 1970), Bacharel em Filosofia (UFMG, 1988). Fez curso de especialização em Gastroenterologia, Saúde Pública e Gerontologia. Exerceu clínica médica e gastroenterológica em Varginha de 1957 a 1970. Médico do Laboratório Clínico São Sebastião (1958/1970), médico sanitarista da SESMG em Varginha (1966/1970) e em Belo Horizonte (1970/1995), professor-assistente da Farmacologia da FCMMG (1971/1978). É membro da Academia Varginhense de Letras, tendo como patrono Dr. Carlos Chagas, do Instituto Mineiro de História da Medicina e da Soc. Bras. de Médicos Escritores. Em 1980 foi agraciado com a "Medalha Carlos Chagas". Publicou diversos trabalhos. Obras principais:  "Achados Arqueológicos da Região de Varginha" e "A Duração da Vida do Homem: da Pré-História à Atualidade". Em 1965/1966, foi Presidente da Associação Médica de Varginha.
WANDA REZENDE
Varginhense(20/12), sargitariana. Filha de Nestor Ramos Rezende e de Maria de Lourdes Rezende. Poetisa, letrista, trovadora, cronista e colunista social e cultural (Diário Correio do Sul). Multipremiada em Concurso Nacionais e homenageada. Em 30/12/66 recebeu Certificado da International Writers and Artists Association, de Bluffton - USA, da qual é membro, apontada: "Melhor Página(Literatura)", participação mundial. Pertence a sete Academias de Uruguaiana - RS; Academia Varginhense de letras, Artes e Ciências e Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni. Participa de várias Antologias como "International Poetry & Art - USA.
R.:Antônio Gomes, 93 Vl.: Nogueira  Cep:37.006-090 Tel.:(35)3222-4572 Tel/fax:(35)3222-2100
E-mail:csul@fepesmig.br
JOSÉ MARIA DA SILVA 
Nasceu em Campos Gerais (MG). Filho de João Raimundo da Silva e Maria Conceição de Jesus. Pais adotivos, Dr. Alfredo Barbalio Cavalcanti e Rosa do Prado Cavalcanti. É formado em Técnico Químico Industrial, Transações Imobiliárias, Bacharelado em Administração, Advogado, Pós-Graduado em Direito. Atua como Corretor de Imóveis e Advogado. É também membro do Instituto da Poesia Internacional/RS. Tendo publicado poesias em diversos jornais do Sul de Minas. Autor de centenas de poesias, possui contos, crônicas, romances e uma monografia não publicada "Pena de Morte a Vítima pode ser você". Participou de diversos livros e concursos de poesias. É ufólogo, antigo membro do CEVAPPA.
MOACYR VALLIM FILHO
Natural de Varginha MG. Poeta e Escritor. Graduado em Letras, História e Direito, com especialização em História do Brasil. Com diversos trabalhos em teatro, poesia, literatura infantil e antropologia, já publicou DECLARAÇÃO DE AMOR, 1988, MEMÓRIAS DO PRESENTE, 1991, BRUXARIA EMPEDERNIDA, 1992. Professor da Faculdade de Filosofia, ciências e Letras de Varginha, ministra a disciplina de História Econômica. Corretor de Imóveis e empresário com firma estabelecida à Av. Major Venâncio, 17. Na Academia Varginhense de Letras ocupa a cadeira nº27 que teve como primeiro ocupante o Dr. Mário Frota.
SUELI TEIXEIRA
Sueli Teixeira, nasceu em São Caetano do Sul - SP., filha de José Jarbas Teixeira e Maria Helena Teixeira; reside em Varginha - MG desde 1986. É membro da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências, ocupa a cad. n.º 12, onde exerce o cargo de Secretária Geral e, é também, sócia correspondente do CEPA/SP - Clube do Escritor e Poeta Artístico de São Paulo. É formada em Ciências Contábeis pela FACECA de Varginha. Realizou várias exposições de poesias e, também, um show lítero musical na Boate Bela Bartok com a participação de vários poetas e escritores de Varginha e região. Participou de diversas antologias, entre elas, a Antologia Poética Scortecci na 14ª Bienal do Livro de São Paulo (1996), com os poemas "Buscas e Anseios", "Horizontes" e "Ignorância"; da Antologia Del'Secchi Vol. V e VI, Rio de Janeiro (1996/1997) com "Haicais" e o soneto "Se Eu Pudesse"; do livro Mulher em Prosa e Verso, Editora Alba - Varginha (1997), com o poema "Três Meninas" que foi finalista no concurso do mesmo nome; da Antologia Poética Alba, Varginha (1997) com o poema "Auto-Retrato"; do livro Saudade em Prosa e Verso, Varginha (1998), com o poema "Morrendo de Saudade", menção honrosa no concurso do mesmo nome; da Antologia do I Conc. Literário ALMA, Santo Cristo, RS (2000), com o poema premiado "Tenho Medo" e, da edição dos Jogos Florais de Nossa Senhora do Carmo - Fuzeta/Portugal (2001), com o poema premiado "Carta Para o Céu". Ganhou diversos prémios nacionais e internacionais. Publicou o livro DIGA LÁ, CORAÇÃO (poesias) e SÓ SONETOS (sonetos), sendo, inclusive, premiada com este último, no 10º Concurso Nacional de Obras Publicadas da Academia de Letras de São Lourenço, ganhando o segundo lugar. É colaboradora de alguns jornais da cidade. Possui alguns livros inéditos e uma página na Internet:
www.digalacoracao.hpg.com.br
 
 FUNDAÇÃO CULTURAL
DO MUNICÍPIO DE VARGINHA
TEREZINHA DELFRARO DAVID
Professora Universitária, Secretária Municipal de Educação, Diretora Superintendente da Fundação Cultural, e Vice Prefeita do Município de Varginha.
Casada com Julmar A. David, filha do casal Sr. Delfraro Anselmo e Sra. Rosa Miareli Delfraro, falecidos, e mãe de cinco filhos. É natural de Coqueiral/MG, porém residente em Varginha desde 1942.
 DETALHES 
ROSILDO BELTRÃO
Coordenação de Eventos - Diretor do Theatro Municipal  Capitólio
Maestro da Banda Marcial de Varginha.
Varginhense, Maestro, Trompetista, Compositor, Arranjador e Produtor Cultural. Filho do Sr. Orildo Pereira Beltrão e Sra. Ruth Martins Beltrão, casado há dezessete anos com Deborah Valle e Costa Beltrão e pai de Leonardo Valle e Costa Beltrão, de 14 anos.
 DETALHES
Sob o Governo do PT esta é a atual estrutura da Fundação Cultural
JOSÉ OSWALDO FURLANETTO - Superintendente da Fundação Cultural do Município de Varginha
RAQUEL MARIA NOGUEIRA E SILVA - Presidente do Conselho Deliberativo da Fundação Cultural do Município de Varginha
ADELGÍCIO MONTEIRO - Diretor Executivo da Fundação Cultural - Diretor de Teatro e Rádio da Fundação Cultural do Município de Varginha
JORGE MARÇAL- Diretor Administrativo da Fundação Cultural do Município de Varginha
MICHEL PEDRO FILHO - Diretor do Departamento Municipal de Cultura de Varginha
CLÁUDIO HENRIQUE MARTINS - Diretor do Museu Municipal de Varginha
ROSSANA IPÓLLITO - Presidente do Conselho Deliberativo Municipal do Patromônio Cultural de Varginha
 

BANDA MARCIAL MUNICIPAL DE VARGINHA 

 A Banda Marcial Municipal, foi criada na década de 60 pelos Irmãos da Congregação Marista, quando aconteceram as primeiras apresentações nos desfiles cívicos de Varginha, em toda região do Sul de Minas e na Capital Mineira. Em 1973 por decreto lei, foi reconhecida e declarada de Utilidade Pública Municipal e Estadual. Em 1975, a banda foi premiada em primeiro lugar no Encontro Nacional de Bandas, realizada na cidade de Ribeirão Preto, SP. 
 HISTÓRICO 

 MUSEU MUNICIPAL DE VARGINHA

MUSEU DE VARGINHA


   O prédio onde atualmente encontra-se o Museu Municipal de Varginha foi construído para ser a sede do Banco do Brasil.
   O primeiro banco a se instalar em Varginha foi o Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais, em 1915. Logo depois, veio a agência do Banco do Brasil, instalada em 1918.
   Quando o Banco do Brasil estabeleceu-se em Varginha, existiam apenas trinta e cinco agências do mesmo no Brasil. Isto significa que, em 1918, a cidade de Varginha já era vista com bons olhos pelos "homens do dinheiro" da época.
   Com o passar do tempo, houve a necessidade de se procurar um espaço que realmente fosse condizente com a importância do estabelecimento. Por isso, nos fins de 1919, teve início a construção de uma nova agência para o Banco do Brasil, localizada próxima à Estação Ferroviária, à Praça Matheus Tavares. E não poderiam ter escolhido local mais adequado, afinal de contas, aquele era a alma comercial de Varginha.
   Para erigir a esplendorosa obra não foram medidos esforços. Mármores de Carrara foram importados para serem colocados à entrada do prédio e em uma das escadas laterais. Na parte superior do prédio, uma magnífica casa serviria como residência para o gerente do banco.
   No afã do esforço modernizador, em 1920, a obra chegou a seu termo. A inauguração da nova agência do Banco do Brasil foi revestida de grande pompa, em face à inegável importância que o mesmo representava para a cidade.
   O Banco do Brasil funcionou neste prédio até meados da década de 1960. Após sua mudança para outro local, o imóvel foi utilizado como domicílio residencial.
   Atualmente, o imóvel pertence ao Sr. Aldamir Pinto Rezende e como inebria os olhos dos que por ali passam e também, pelo seu imenso valor histórico, foi tombado pelo Conselho Deliberativo Municipal do Patrimônio Cultural de Varginha - CODEPAC.
   A idéia de se montar um museu em Varginha data de tempos atrás. Porém, num esforço conjunto entre a Prefeitura Municipal de Varginha, o CODEPAC e de várias pessoas que, engajadas na perpetuação de nossa História, emprestaram ou doaram peças, aos 26 dias do mês de abril do ano 2000 o Museu Municipal de Varginha tornou-se uma realidade.
   O Museu funciona na parte inferior do prédio. No segundo andar funcionam a Sala da Imagem e do Som, Sala de Exposições, administração do Museu e do CODEPAC que vem trabalhando arduamente na preservação de nosso patrimônio cultural e no tombamento de outros imóveis.
   Contando com um acervo de mais de quinhentas peças, o Museu encanta a todos que o visitam. Numa viagem nostálgica, é possível vislumbrar-se com os mais variados objetos que retratam os vários períodos de nossa História. O Museu apresenta desde peças primitivas dos índígenas da região, instrumentos da época da escravidão, até objetos que marcaram os meados do século XX. Além de todas as peças que o compõem, o cofre que pertenceu ao Banco provoca admiração de todos.
   Porém, o Museu não é estático. Ele só existe se for capaz de tocar o âmago de de quem por ali passa. Por isso, sua visita é imprescindível. Não perca esta inebriante viagem. Deixe-se embriagar pela nostalgia que somente um Museu pode proporcionar. Estamos esperando por você!

   Algumas das Salas do Museu Histórico de Varginha. Pode-se observar nas quatro fotos, máquinas e objetos antigos doados ou emprestados por Varginhenses. Fotografias antigas desde a Fundação da Cidade e ainda uma das primeiras Linotipos usadas pela Imprensa Varginhense.

Informaçòes sobre o Museu Municipal de Varginha

12/03/2001 - 1ª Mostra Ufológica de Varginha Museu Municipal de Varginha, já recebe visitas, para conferir a primeira mostra ufológica de Varginha.

30/01/2001 - CODEPAC As equipes de funcionários do CODEPAC - Conselho Deliberativo Municipal do Patrimônio Cultural de Varginha - e Museu M. de Varginha, fazem levantamento de documentos históricos, dos séculos XIX e XX, que pertenciam ao arquivo morto da prefeitura de Varginha.

25/01/2001 - O Museu Municipal de Varginha expõe um botão de vestimenta do período imperial, que recebeu confirmação de originalidade por museóloga do Museu Imperial de Petrópolis O botão do período Imperial é um acessório da vestimenta do camarista (gentil-homem) que acompanhava e servia D. Pedro II.

24/01/2001
- Museu Municipal de Varginha recebe quadro da pintora Aurélia Rubião A tela "Cristo de Emaús" (óleo sobre tela - de 1985), foi doada ao Museu Municipal pelo padre Carlos Martinengui. Aurélia Rubião, artista plástica e professora, teve reconhecimento nacional por sua obra.

Funcionamento do Museu Municipal

Horário de Visita: De Segunda à Sexta das 13h às 17h. Acervo: São 2550 peças na composição do acervo histórico. Ingresso: R$ 1,00. Grupos de Visitação: Favor agendar antecipadamente pelo Telefone: (35)3214-5009.

Endereço: Pc. Matheus Tavares, nº 178 Bairro: Centro - CEP: 37002-320. Telefone: (35)3214-5009.
Colaborador: Cláudio Martins - Diretor.