Banqueiros como antigamente, nunca mais - honestos, idôneos e conhecedores das leis normas da usura. Hoje só encontramos (banqueiros) ou melhor agiotas, protegidos por normais (que não são leis) do Banco Central que, nem independente do governo ainda não é.
  
Comecemos com a CPMF - dinheiro sem destino determinado, que tira de circulação uma fabulosa quantia mensal, sem explicações e regulamentada por medida provisória (antigo decreto lei) extinto com as ditaduras que, continuam disfarçadas, apoiadas por membros corruptos do Congresso Nacional. Agora até o PT quer sua continuidade para também, mamar nas têtas quase esgotadas do povo brasileiro.
  
Além da CPMF, tem o tal de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) também, sem fim determinado. Se a legislação de arak (norma não é lei nem imposto) dos mais fortes sobre os mais fracos, para tirar-lhes as migalhas e apresentarem, descaradamente, lucros poderosos todos os semestres num verdadeiro insulto as pequenas e micros empresas, para não falar dos aposentados, dos trabalhadores e das donas de casa. Cada banco está liberado para cobrar os juros que quizer e as taxas que desejar, que até consideram mais do que justas!!! Mandam embora seus funcionários porque o lucro é mais importante do que o Homem.
   Usam máquinas que não têm um soft perfeito e assaltam até os centavos. O Procom recebe o maior número de denúncias contra os bancos e não podem fazer nada, como alegam, porque a legislação é diferenciada. A justiça com raras exceções, recebem subsídios bancários, para não dizer, mas já dizendo, "Propinas" para manter o cidadão longe dos banqueiros.
  
Antigamente e eu sou daquele tempo, os bancos pagavam juros de 0,5% ao mês para que você depositasse ou desse preferência para este ou aquele banco, que emprestava a uma taxa até modesta para ter seu lucro.
  
Não me venham dizer que foi a globalização que determinou este procedimento porque não foi, antes que ela existisse, os bancos já estavam assaltando os correntistas com o apoio dos políticos que nunca pagaram seus empréstimos. Todas as religiões do mundo falam na usura como coisa abobinável e até mandavam devolver depois de alguns anos os juros cobrados, considerando sempre que o empréstimo já havia sido pago, com muitas vantagens.
   Até então se tinha a consciência de que os juros aplicados, já haviam rendido mais de 7 vezes, o capital emprestado.
   
Hoje não acontece mais isso, se o cliente caiu na ingenuidade de ser considerado um bom devedor, os banqueiros procuram mantê-los algemados em seus bancos sugando-os até não poderem tirar-lhes mais nada e então, o executam judicialmente e levam tudo que podem.
  
O pior de tudo, é que os banqueiros não aplicam, mais seus exorbitantes lucros em benefício dos seus acionistas (compradores de títulos bancários em bolsa).
   Com muito disfarce e manhosamente, usam grande parte do lucro no interesse próprio, aumentando o patrimônio de Deus diretores e apresentando perdas para não pagarem imposto de renda e o governo é sempre conivente com isso, chegando a criar o tal do Proer, para salvar os bancos cujos diretores (correligionários) saíam das dificuldades, com a bufunfa no Bolso.
   Os correntistas que se a fudessem.
  
Há dois mil anos, prevendo que esse fato seria uma realidade o Cristo já afirmava:
  
"Aquele que tem, mais lhe será dado. Aquele que não tem, o pouco que tiver lhe será tirado". Foi uma profecia? Ou teria outro significado aquelas palavras, que até hoje, não compreendemos. Sabemos que Cristo não era amigo de banqueiros ele a também o abobinava a usura.
  
A Constituição Brasileira de 1998 estabeleceu que os juros seriam de 12% ao ano, isto é, 1% ao mês, até hoje o congresso não regulamentou esse artigo da constituição argumentando que os bancos iriam a falência.
  
Guardar dinheiro em banco é uma questão de confiança, apenas a confiança é o avalista do Banco, de qualquer banco! Eles não tem outro aval.
  
Sem nossos depósitos, os bancos não podem negociar, porque só se negocia o dinheiro dos depósitos populares e nunca o capital próprio, este já não está mais no caixa do banco, a não ser no papel dos balanços. Os patrimônios dos banqueiros, são muitas vezes superiores ao volume dos depósitos, mas são deles, dos agiotas, que sempre se salvam quando roubam de mais, com a ajuda dos governos.
  
Vamos acordar povo brasileiro!
   Fiquemos atentos as mudanças das moedas que é uma constância dos nossos governos incompetentes: é cruzeiro, cruzeiro novo, cruzado, cruzado novo, real e daqui a pouco real novo, e sempre com depreciação nominal de cada unidade monetária, se você tinha milhões em suas economias, elas se reduzem a milhares e sempre somos roubados pelo sistema. Com as crises internacionais que vêm ocorrendo no mundo inteiro estamos próximos de novas mudanças.
   Antes que isso venha acontecer guardem seu dinheiro em casa, tirem o poder tanto do governo como dos bancos, para que não possam dar novos calotes e assim que surgir outra moeda, corram para troca-las pelas novas, mas mantenham o poder em suas mãos. Não comprem dólar que é uma moeda em franca desmoralização mundial. Guardem o dinheiro em casa e paguem à vista suas contas de luz, água e telefone, IPVA, IPTU e outras taxas e impostos aprendam a manipular dinheiro sem que seja possível aos bancos compensar suas perdas com as pessoas incautas que ainda tem conta bancárias. Hoje eles cobram o que querem sem qualquer idoneidade ou critério.
  
Não vamos levar o Brasil à falência com esse comportamento, ao contrário, nós o povo vamos ter o domínio da situação e se necessário salvar o Brasil no momento certo.
  
Tenhamos a nossa soberania nacional de podermos emitir para pagar os compromissos sociais e seviços essenciais que são responsabilidade do governo. Mas não vamos por dinheiro em bancos para não sermos assaltados. Todavia, fiquemos sempre atentos porque os pseudos economistas têm sempre uma idéia louca contra o povo.
  
Termino afirmando que no mundo inteiro, não existe nenhum economista de verdade, todos eles só sabem que 2 + 2 = 4, e que os 4 fazem 8, fazem 16, 32, 64, etc. Só para eles mesmos.
  
Este artigo o Preambulo de uma série.

   Desde que o governo criou o PROER, para dar sustentação aos erros e à corrupção dos banqueiros protegendo brasileiros expertos na usura e impunes em suas falcatruas, os bancos internacionais, correram para comprar os bancos estatais do Brasil. Com uma legislação frouxa e criminosa, vieram ganhar aqui o que nunca ganharam nos seus países de origem.
   Continuo batendo na mesma Tônica, mantenham o dinheiro em seu poder povo brasileiro! Você não terá de pagar a famigerada CPMF - IOF - Tarifas e ainda contar com os riscos dos computadores programados contra você.
   Os bancos no Brasil não merecem credibilidade. Guardem o dinheiro em casa, o índice de assalto é menor do que os próprios bancos praticam. Manter o dinheiro é manter o poder, contra o sistema corrupto político e contra a ganância dos profissionais da usura que nem nos tempos históricos era tão grande.
   Enquanto não temos uma legislação justa, o melhor a fazer é esvaziar os bancos. De vagar e sempre vamos deixar de ser clientes de qualquer categoria, dos bancos nacionais e estrangeiros. Nossa política financeira ensinou os estrangeiros o que eles não sabiam, mas aprenderam muito rapidamente. Só os brasileiros ante patriotas especulam com moedas estrangeiras e são laranjas dos grupos nacionais e estrangeiros.
   Na pior das hipóteses gastem o dinheiro em coisas úteis para que as indústrias possam produzir mais barato e ainda exportar mais.
   Pensem nisso.

Edson David